LMsis à conquista de Moçambique
 

Com uma actividade residual neste país, a empresa de Luís Mateus quer conquistar terreno na banca local e, desta forma, ampliar geograficamente os seus pontos de negócio nos PALOP.

Artigo publicado na Semana Informática

 

A presença sólida no mercado angolano permite à LMsis procurar novos focos de negócio nos países africanos de língua oficial portuguesa (PALOP). Mais do que uma questão de língua, que Luís Mateus, director da LMsis, considera ser importante, a capacidade tecnológica pode valer à empresa portuguesa alguns créditos junto das instituições moçambicanas.

A entrada neste mercado está a ser pensada num modelo de parceria local, ou eventualmente através de algum player nacional, além da Exictos, que já possua créditos firmados naquele mercado e que poderá ser uma mais- valia estratégica. Isto porque em Moçambique a LMsis entra directamente para um mercado já bastante concorrido e onde já estão presentes empresas portuguesas que actuam na área das tecnologias de informação.

Numa fase evolutiva que considera «mais avançada» do que o mercado angolano, Luís Mateus vê em Moçambique oportunidades interessantes e uma procura mais organizada e exigente. As três áreas de produto da LMsis são, no entender deste responsável, um trunfo estratégico, não só pela componente sua funcional, muito adequada ao sector da banca, mas também pelo know-how associado nomeadamente em relação a processos, problemas e soluções.

Luís Mateus julga no entanto que a monitorização é para já o segmento de produto que poderá trazer mais retorno à sua empresa a médio prazo. «Já temos uma proposta no segundo maior banco local», avança o responsável.

Está também nos planos de Luís Mateus o crescimento através da área de gestão de património, endereçada pelas soluções ASM-Gestão do Imobilizado e pela recém-adquirida eXXIs, integrando todas as áreas associadas além do imobilizado, ou seja, o economato, os stocks, as compras e os fornecedores. O director da empresa diz haver muita apetência por soluções desta natureza na banca moçambicana.

À margem destas, a companhia continua a investir na alta disponibilidade e na operacionalidade dos sistemas e da actividade, uma área que assenta em tecnologia IBM iSeries.

Para criar awareness relativamente às suas soluções e à proposta de valor, a LMsis está a pensar dinamizar acções de divulgação neste mercado, dinamizando o envolvimento de clientes e prospects com as suas propostas tecnológicas. «Os responsáveis de TI locais gostam de conhecer e de ser eles a decidir em função das suas necessidades, não que lhes seja imposto nada», afirma Luís Mateus.

Embora reconheça que os recursos humanos moçambicanos são «qualificados e tecnologicamente evoluídos», atribuído este facto à proximidade e empatia que existe com a vizinha África do Sul, o director da LMsis afirma que há uma ligação muito grande das organizações ao que é português, o que de certa forma coloca num patamar distinto as soluções tecnológicas de negócio que são originalmente nacionais.

 
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